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Arcos de Valdevez | Cuidados de saúde prestados em casa dos doentes


​Num momento em que a rede de cuidados paliativos é construída de forma vagarosa, um projeto inovador da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez foi um dos vencedores da sétima edição do prémio “Saúde Sustentável”, na categoria de Cuidados Continuados, no concurso promovido pela farmacêutica SANOFI e pelo Jornal de Negócios.

 

O dia começa cedo, na estrada, para a enfermeira Diana Sequeira, a médica Ana Barbosa de Sousa e a responsável pela área da saúde da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez, Vânia Afonso, que acompanhou o VM numa das visitas do projeto “Bem Humanizar”. 

“Este é o nosso escritório”, brincam. O destino é o concelho vizinho de Ponte da Barca, mas o cronograma é subitamente alterado com o tocar do telemóvel. “Temos que fazer um desvio porque para vermos este doente que nos contactou agora”, diz-nos a enfermeira condutora, sem distrair-se das curvas da estrada sinuosa da zona. 

Alguns minutos depois parámos junto de uma residência ligeiramente afastada de outras casas. Sem delongas, as duas profissionais saltam do carro e buscam a mochila com equipamento e medicação, pedindo que aguardemos. O VM deveria acompanhar a visita agendada naquela manhã, mas por tratar-se duma chamada de emergência não prevista, esperamos do lado de fora.

Vânia fica e faz-nos companhia, falando um pouco do projeto, aprovado por um período de três anos em finais de 2014 com o apoio do Programa “Inovar em Saúde” da Fundação Calouste Gulbenkian. “Há dois fatores inovadores neste projeto: primeiro, os cuidados, prestados por telefone e também de forma presencial na casa dos utentes, estão disponíveis em caráter permanente, 24 horas por dia, sete dias por semana. Temos uma agenda de visitas planeadas entre as oito da manhã e as oito da noite, mas, como viu, podem surgir situações extraordinárias de manhã, de tarde ou às duas da manhã”, conta-nos Vânia, uma das responsáveis pela criação do projeto.

A equipa é constituída por duas enfermeiras em tempo integral, para além de dois médicos, uma nutricionista, uma psicóloga e uma técnica superiora de serviço social que intervém sempre que seja necessário. 


Leia a reportagem na íntegra no seu Jornal Voz das Misericórdias de outubro. 

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