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Maia | Afetos para homenagear fundador


O único fundador vivo da Misericórdia da Maia foi homenageado numa cerimónia intimista realizada a 3 de janeiro, no Lar Prof. Doutor José Vieira de Carvalho, a propósito do centenário do seu nascimento (1918). Fernando de Almeida completou 100 anos de vida rodeado de familiares, amigos, utentes, membros dos corpos sociais e personalidades da terra que ajudou a desenvolver ao longo das últimas décadas. 

 

Em conversa com o VM, a provedora Maria Rebelo Maia resumiu a festividade com apenas uma palavra: “afetos”. “Os coordenadores e técnicos das 24 respostas sociais quiseram homenageá-lo com uma bonita e singela cerimónia, essencialmente de afetos, na presença de familiares, utentes, corpos sociais. Este é o aspeto mais importante”. 

Alguns dos colaboradores responsáveis por organizar a comemoração trabalharam diretamente com Fernando de Almeida, durante o período em que assumiu funções de mesário, secretário, vice-provedor ou provedor, inspirando-se na dedicação ainda hoje manifestada. “Dentro da instituição foi um irmão dedicadíssimo e por alguma razão foi homenageado [na assembleia-geral de março de 2007] como irmão benemérito quando deixou o lugar de provedor”, concluiu a atual provedora.

Não obstante os parcos recursos e a falta de instalações, Fernando de Almeida e o grupo de 21 fundadores foram responsáveis por dar início à atividade social da instituição, em 1954, através da oferta de alimentos, medicamentos, subsídios de rendas e outras ajudas quotidianas. Associada na sua génese a uma comissão municipal de assistência, a Misericórdia da Maia funcionava quase exclusivamente na base de trabalho voluntário e “boa vontade deste grupo de grandes homens” que gozavam de relativa notoriedade no concelho.  

Fernando de Almeida esteve ligado à instituição de forma ininterrupta, dando continuidade ao trabalho desenvolvido por José Vieira de Carvalho (provedor de 1981 a 2002) com uma “juventude e capacidade de trabalho” surpreendentes para a idade (84 anos à data). Em dezembro de 2005, decidiu não se recandidatar aos órgãos sociais mas continuou a acompanhar as assembleias gerais e outros marcos importantes da instituição.

Para ler na íntegra na edição de janeiro do jornal Voz das Misericórdias.

Voz das Misericórdias

 

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