Para além de explorar a imaginação dos utentes, a atividade apresenta vários benefícios cognitivos e emocionais. “Estimula a memória e concentração, a coordenação motora fina, promove criatividade, reduz o stress e a ansiedade, aumenta a autoestima e favorece a socialização”, refere responsável da Santa Casa de Vale de Cambra.
Estão envolvidos 20 utentes: dez de lar e dez de centro de dia. Há duas sessões mensais e as aulas são dadas pela ceramista Inês Bastos Mansilha. A recetividade tem sido “extraordinária”. Sobre o impacto deste tipo de iniciativas, a ceramista Ângela Ferreira, da ‘Ecoa em Amor’, destacou, nas suas redes sociais, que os laços de afeto representam o aspeto “mais envolvente” do projeto.
Voz das Misericórdias, Vera Campos