Segundo a responsável do Departamento de Inovação e Desenvolvimento Social da instituição, Renata Bravo, o encontro aliou a reflexão comunitária à capacitação de profissionais, numa sessão “prática, simples e acessível”, com impacto transformador nos utentes de lares e centros de dia, ao nível da vivência dos afetos e quebra de tabus.
Em declarações ao VM, a diretora técnica do Lar Joaquim Eugénio Calado referiu que o debate representou uma oportunidade para “cada um viver a afetividade e a sexualidade de forma livre e segura, respeitada e consentida, valorizando as necessidades afetivas de cada pessoa e mostrando aos profissionais que devem olhar para os residentes como pessoas adultas, com desejos e sentimentos”.
Para Sandrina Marques, a iniciativa apontou para a necessidade de adaptar as rotinas das instituições, introduzindo regras que garantam a privacidade, como bater à porta antes de entrar nos quartos, além de proporcionar momentos de partilha, formação e sensibilização para colaboradores, utentes e familiares.
Voz das Misericórdias, Ana Cargaleiro de Freitas