“Demorou muito, sem dúvida. Essa história das obras e dos procedimentos dos concursos é sempre uma coisa que demora, prazos para cumprir. Por outro lado, o facto daquela intempérie no centro do país também nos complicou o processo porque havia uma empresa daquela região que nos ficou de fornecer umas portas especiais, tipo corta-fogo, para alguns compartimentos e isso atrasou todo o processo”, explicou.
Outro dos atrasos teve a ver com burocracia e a inspeção da infraestrutura, visto que as obras já estão terminadas desde março. Posto isto, segundo esclareceu João Matias, “a Proteção Civil entendeu, por bem, que a inspeção seria feita mais tarde em pleno funcionamento para terem uma real noção das condições de segurança em que estamos a trabalhar” e, por isso, em concordância com a Segurança Social, foi dada autorização para a reabertura do lar
O incêndio destruiu um piso do lar, bem como equipamento diverso. A requalificação e compra de material foram suportadas pela Misericórdia, embora a instituição acredite que possa receber apoio da seguradora. No total, a recuperação do lar já ultrapassou os 300 mil euros.
Voz das Misericórdias, Ângela Pais