A UMP pede às Misericórdias que enviem informação sobre número de refugiados que podem acolher. Em causa, lê-se na Circular 54/2015 enviada a 7 de setembro aos provedores, está a necessidade de concertação com o Estado.

A UMP pede às Misericórdias que enviem informação sobre número de refugiados que podem acolher. Em causa, lê-se na Circular 54/2015 enviada a 7 de setembro aos provedores, está a necessidade de concertação com o Estado.

Segundo o Secretariado e a Mesa da Assembleia Geral, “a UMP tem acompanhado com o maior interesse, emoção e atenção o drama dos refugiados que a comunicação social tem trazido ao conhecimento da opinião pública”, mas todas as respostas a este problema de “enorme dimensão” têm de ser articulados.

Apesar do “maior respeito com as iniciativas a que temos assistido, entendemos não ser oportuno a elas aderir, sem previamente nos articularmos com quem tem a efetiva responsabilidade na ajuda que em Portugal se possa vir a prestar: a Administração Pública do Estado Português”.

Na circular enviada hoje, os dois responsáveis pedem aos provedores que indiquem quantas famílias podem acolher e também se haverá nas localidades “equipamentos devolutos na região, onde possamos acolher transitoriamente algumas famílias”.

Destacando que um dos eixos principais da ação das Misericórdias é “dar pousada aos peregrinos”, os dirigentes recordam que “se quisermos pensar que os refugiados são verdadeiros peregrinos dos tempos modernos, então todos perceberemos que as Misericórdias não podem ficar indiferentes”.

 

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